Durante a Gamescom 2025, tivemos a chance de jogar uma nova build de Pragmata. A versão apresentada era praticamente a mesma do Summer Game Fest, mas trouxe uma novidade que fez toda a diferença: a introdução do sistema de hack em combate, além de uma luta contra um chefão que testou nossas habilidades.
O início da demo nos colocou diretamente em confronto, já apresentando os personagens e permitindo usar o hack (mecânica central de Pragmata). O sistema é ativado pela jovem companheira do protagonista, que interfere no campo de batalha. O hack desabilita escudos, enfraquece os inimigos e abre espaço para causar muito mais dano. Essa ferramenta se tornou rapidamente a peça-chave do gameplay.
Como o hack funciona


Ao mirar em um inimigo, surge um quadro interativo. O jogador precisa percorrer um trilho e executar uma sequência que ativa benefícios diferentes, tudo em tempo quase real. Embora exista um pequeno slow motion para auxiliar, o ritmo não se torna um turno por turno.
A grande diferença dessa build para a do Summer Game Fest foi a possibilidade de enfrentar um chefão. A máquina imensa atacava com velocidade, atropelava com facilidade e disparava mísseis sem parar. Apesar do visual intimidador, a batalha revelou-se um tutorial disfarçado: aprendemos rapidamente seus padrões e, embora divertida, a luta não ofereceu grande dificuldade.
A demo trouxe três armas principais. A pistola padrão, confiável e versátil, serviu de base. Uma segunda arma, semelhante a uma shotgun, ofereceu mais poder de fogo, causando dano elevado em curtas distâncias. Já a terceira, de energia estática, permitia atordoar máquinas e abrir brechas para o hack ou finalizações rápidas. A combinação das três manteve o ritmo do combate variado e dinâmico.
Conclusão


Ademais, Pragmata rodou em uma RTX 5090 durante a demonstração, já com DLSS ativo (e previsão de DLSS 4 no lançamento). O resultado foi impressionante: cenários futuristas detalhados, performance estável e efeitos visuais que reforçam a imersão. A Capcom parece estar apostando alto na parte técnica.
O tempo de hands-on deixou claro que Pragmata aposta em um combate estratégico, no qual o hack redefine como enfrentar inimigos. A luta contra o chefão trouxe intensidade, mesmo com nível de desafio moderado. Resta acompanhar se, na versão final, a Capcom conseguirá manter esse frescor em desafios mais complexos e variados. Por enquanto, Pragmata mostrou um gameplay promissor e merece atenção.
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