O passado volta com força — e com muito mais terror
Resident Evil 9: Requiem é o mais novo capítulo da clássica franquia da Capcom, e tivemos a chance de testá-lo durante a Gamescom 2025. O retorno a Raccoon City já seria motivo suficiente para gerar expectativas, mas a nova protagonista e a atmosfera sufocante elevaram o nível do terror para além do que a série já entregou antes.
Logo nos primeiros minutos da demo, o clima é de urgência total. A tensão é constante, alimentada por um design de som impecável e pela ambientação de um local devastado, mas ainda vivo em seus horrores. Tudo contribui para um sentimento de vulnerabilidade: os corredores, os ruídos distantes e os ecos do passado da cidade.
Para os não familiarizados, em Resident Evil 9: Requiem o jogador controla Grace Ashcroft, filha de Alyssa Ashcroft (de Resident Evil: Outbreak). Grace investiga uma série de mortes misteriosas no Hotel Wrenwood, o mesmo local onde sua mãe foi assassinada oito anos antes. O lançamento está previsto para 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X/S.
Imersão absoluta em primeira pessoa — e sustos de verdade


Testamos a demonstração que havia sido revelada no Summer Game Fest, com duração de aproximadamente 20 minutos. Mesmo sendo curta, a demo foi suficiente para entregar três baita sustos e uma sequência de puzzles que exigiram atenção, enquanto fugiamos de uma criatura realmente sinistra.
Joguei em primeira pessoa, e a experiência foi intensa. A câmera contribui para a imersão, ainda mais com o voice acting de qualidade e os efeitos sonoros perfeitamente integrados à ambientação. Embora eu não tenha jogado em terceira pessoa, pude assistir outros jogadores testando essa opção e o visual parecia muito bem polido.
A personagem Grace Ashcroft também chama atenção. Embora a demo não revele muito sobre sua personalidade, a presença da personagem é marcante, e sua ligação com Alyssa — personagem secundária nos jogos anteriores — cria uma ponte interessante com o passado da série.
Meu teste aconteceu em RTX 5090 com o uso do DLSS 4. A implantação proporcionou um visual fantástico em termos visuais e de desempenho. vale destacar, que no lançamento o título terá suporte a Path Tracing e DLSS 4.
Raccoon City ressurge


O jogo promete levar os jogadores novamente à devastada Raccoon City, destruída por uma bomba nuclear nos eventos clássicos da série. A cratera deixada pela explosão, os prédios em ruínas e a clássica delegacia de polícia estão presentes no trailer. A cidade agora é uma área isolada pelo governo americano, cercada por mistérios ainda não revelados.
Tudo indica que Grace está seguindo os rastros da mãe em uma investigação muito maior do que aparenta.
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