Uma nova porta de entrada
Divinity não vai exigir que os jogadores tenham passado por toda a saga para aproveitar a nova aventura. A confirmação veio diretamente de Swen Vincke, CEO da Larian Studios, que deixou claro que o próximo jogo da franquia foi pensado também para quem está chegando agora.
Segundo ele, jogar Divinity: Original Sin e Divinity: Original Sin 2 já oferece mais do que contexto suficiente. Ainda assim, quem nunca teve contato com a série não ficará perdido. Vincke explicou que os dois jogos Original Sin funcionam como a principal base narrativa e mecânica do novo Divinity.
Elementos, referências e sistemas retornam, mas sempre de forma acessível. Ou seja, quem jogou vai reconhecer detalhes. Quem não jogou, segue em frente sem prejuízo.
Entender o passado não é obrigatório
Os títulos mais antigos da franquia, como Ego Draconis e The Dragon Knight Saga, continuam fazendo parte da linha do tempo de Rivellon. No entanto, hoje eles são tratados mais como história distante do mundo do jogo.
“Tudo isso aparece como parte do que aconteceu neste mundo e ajudou a moldá-lo até chegar ao ponto atual”, explicou Vincke em entrevista ao GamesRadar+.
Jogadores veteranos ainda serão recompensados. Assim, quem passou por Divinity Original Sin vai identificar personagens, conceitos e eventos que retornam de forma natural. O mesmo vale para quem conhece os capítulos mais antigos da franquia.
Mas nada disso será essencial para entender a trama principal.
Jogos antigos não envelheceram bem
O próprio Vincke reconhece que existe conteúdo anterior aos Original Sin para quem quiser se aprofundar completamente. O problema é que esses jogos são antigos. E, segundo ele, claramente não pensados para novos jogadores em 2025. Por isso, a Larian optou por seguir em frente sem exigir esse tipo de “lição de casa”.
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Fonte: GamesRadar+










