Zumbis com resquícios de memória humana
Com lançamento marcado para 27 de fevereiro, a Capcom começou a detalhar mudanças importantes no comportamento dos inimigos que prometem alterar a dinâmica do terror em Resident Evil Requiem. Desta vez, os zumbis deixam de ser ameaças previsíveis e passam a atuar de forma muito mais errática.
A proposta do novo título é quebrar padrões conhecidos até mesmo pelos jogadores mais experientes da franquia. Assim, em vez de encontros facilmente antecipáveis, o jogo aposta em situações ambíguas, nas quais o perigo nem sempre se manifesta da forma esperada.
Segundo os desenvolvedores, os zumbis de Resident Evil Requiem mantêm fragmentos de comportamentos que tinham quando ainda eram humanos. Isso significa que alguns inimigos podem parecer estar realizando ações cotidianas, como manusear objetos, caminhar de forma aparentemente inofensiva ou simplesmente permanecer parados em um ambiente.
Essas rotinas, no entanto, não indicam segurança. Pelo contrário. A qualquer momento, essas ações podem se transformar em reações agressivas ou completamente inesperadas, tornando cada encontro potencialmente perigoso.
Imprevisibilidade como ferramenta de terror
Ao abandonar comportamentos padronizados, como ataques sempre iguais ou gatilhos fáceis de identificar, a Capcom busca criar uma sensação constante de incerteza. Dessa forma, o jogador nunca sabe exatamente o que vai acontecer ao ouvir passos em um corredor escuro ou ao avistar uma silhueta cambaleando à distância.
Um zumbi pode atacar imediatamente, permanecer imóvel por longos segundos ou agir de maneira estranha, confundindo a leitura da situação.
O diretor do jogo explicou que essa abordagem foi escolhida justamente para preservar a tensão, mesmo para quem já conhece os códigos da franquia. Ao inserir inimigos que carregam “restos” de memória humana, o jogo cria situações menos mecânicas e mais desconfortáveis.
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Fonte: Eurogamer










