O ambicioso Star Wars: Fate of the Old Republic finalmente teve seus detalhes de financiamento revelados. Segundo um relatório da Bloomberg, a recém-fundada GreaterThan Group, liderada pelo veterano Simon Zhu, garantiu um aporte de US$ 100 milhões para o projeto. O título está sob a responsabilidade da Arcanaut Studios, estúdio comandado por Casey Hudson, figura lendária por trás da trilogia original de Mass Effect.
Para tirar o projeto do papel, Hudson recrutou diversos ex-executivos da BioWare, trazendo uma vasta experiência em RPGs narrativos para a nova IP. O jogo foi apresentado discretamente no The Game Awards 2025, mas desde então as informações eram escassas. Com o novo investimento, a equipe ganha o fôlego necessário para concretizar sua visão, que promete fugir das tendências atuais de “jogos infinitos” para focar na densidade narrativa.
Narrativa artesanal e rejeição ao uso de IA
Casey Hudson tem uma visão muito clara sobre a escala do projeto. O diretor afirmou que não tem interesse em criar um jogo de centenas de horas, ressaltando que “maior não é necessariamente melhor”. O foco de Fate of the Old Republic será a rejogabilidade, permitindo que os jogadores explorem diferentes arcos de história. Surpreendentemente, Hudson também descartou o uso de inteligência artificial generativa no desenvolvimento, classificando a tecnologia como “criativamente sem alma”.
Portanto, o título deve se posicionar como uma experiência artesanal e focada no talento humano, remetendo aos anos de ouro dos RPGs da BioWare. A previsão é que o jogo chegue ao mercado antes de 2030. Embora a janela de lançamento pareça distante, o montante investido pela GreaterThan Group garante estabilidade para a Arcanaut Studios trabalhar sem pressa. Enfim, os fãs de Star Wars agora têm um motivo concreto para acreditar que um RPG profundo e focado em escolhas está realmente a caminho.
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Fonte: Bloomberg











