{"id":50644,"date":"2017-01-07T14:50:32","date_gmt":"2017-01-07T16:50:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/?p=50644"},"modified":"2017-10-04T09:47:32","modified_gmt":"2017-10-04T12:47:32","slug":"38-jogos-para-ficar-de-olho-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/38-jogos-para-ficar-de-olho-em-2017\/","title":{"rendered":"38 jogos para ficar de olho em 2017"},"content":{"rendered":"<p>[tps_header]<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-50713\" src=\"http:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda.jpg\" alt=\"\" width=\"896\" height=\"504\" srcset=\"https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda.jpg 896w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-180x101.jpg 180w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-360x203.jpg 360w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-790x444.jpg 790w, https:\/\/www.comboinfinito.com.br\/principal\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/mass-effect-andromeda-800x450.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 896px) 100vw, 896px\" \/><\/a><\/p><div id=\"combo-616604158\" class=\"combo-paragrafo-1-2 combo-entity-placement\"><div style=\" margin: 10px auto;\">\r\n  <div style=\"text-align: center; \">\r\n    <span style=\"font-size: 10px; \">- PUBLICIDADE -<\/span>\r\n  <\/div>\r\n  <div class=\"pubad\" data-pos=\"LMR\" style=\"margin:0 auto; text-align: center; width: 336px; height: 280px;\"><\/div>\r\n<\/div><\/div>\n<p>Definitivamente 2016 foi um bom ano para videogames. Foi o ano no qual obras h\u00e1 anos em produ\u00e7\u00f5es enfim contemplaram a luz do dia. Foi tamb\u00e9m o ano onde grandes s\u00e9ries tiveram desfechos, embora talvez n\u00e3o completamente definitivos. Apesar de algumas decep\u00e7\u00f5es, 2016 forneceu-nos experi\u00eancias singulares e marcantes que possivelmente lembraremos por anos. Entretanto ele chegou ao fim e \u00e9 hora de olhar para frente, para 2017.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es de lan\u00e7amento para este ano talvez n\u00e3o tenham pesos grandiosos como os t\u00edtulos lan\u00e7ados em 2016 possu\u00edram para alguns, mas s\u00e3o t\u00e3o excitantes quanto. Para ajudar-lhe a se preparar para o ano de 2017 quanto a jogos, decidimos listar algumas produ\u00e7\u00f5es que merecem a sua aten\u00e7\u00e3o ao longo dos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>Vale lembrar que a quantidade de lan\u00e7amentos para 2017 \u00e9 imensa, logo, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel registrar todos aqueles que desejamos. \u00c9 necess\u00e1rio ainda reiterar que muitos jogos podem sofrer adiamentos para 2018, al\u00e9m de poss\u00edveis an\u00fancios de novos t\u00edtulos com previs\u00e3o de chegada ainda para 2017.<\/p><div id=\"combo-3714531699\" class=\"combo-paragrafo-3 combo-entity-placement\"><div style=\" margin: 10px auto;\">\r\n  <div style=\"text-align: center; \">\r\n    <span style=\"font-size: 10px; \">- PUBLICIDADE -<\/span>\r\n  <\/div>\r\n  <div class=\"pubad\" data-pos=\"LMR\" style=\"margin:0 auto; text-align: center; width: 336px; height: 280px;\"><\/div>\r\n<\/div><\/div>\n<p>N\u00e3o se esque\u00e7a de nos contar no campo de coment\u00e1rios quais os seus jogos mais aguardados do ano.<\/p>\n<p>Abaixo se encontra a lista completa composta por obras que possam atender \u00e0 maior demanda poss\u00edvel.<\/p>\n<p>[\/tps_header]<\/p><div id=\"combo-4099039606\" class=\"combo-conteudo combo-entity-placement\"><div style=\" margin: 10px auto;\">\r\n  <div style=\"text-align: center; \">\r\n    <span style=\"font-size: 10px; \">- PUBLICIDADE -<\/span>\r\n  <\/div>\r\n  <div class=\"pubad\" data-pos=\"LMR\" style=\"margin:0 auto; text-align: center; width: 336px; height: 280px;\"><\/div>\r\n<\/div><\/div>\n<h3><strong>Yakuza 0<\/strong><\/h3>\n<p>A <strong>SEGA<\/strong> poderia ter feito um <em>Reboot,<\/em> uma remasteriza\u00e7\u00e3o do primeiro jogo da franquia <strong>Yakuza<\/strong> ou qualquer outro movimento para colocar os jogos das s\u00e9rie no radar de quem nunca os jogou. No entanto, a empresa resolveu criar um jogo novo mostrando fatos que ocorreram antes de todos os jogos da franquia <strong>Yakuza<\/strong>. <strong>Yakuza 0<\/strong> trar\u00e1 novamente<em> Kazuma Kiryu<\/em> lutando pelas ruas do Jap\u00e3o com muitos di\u00e1logos, minigames e bares para visitar. Mantendo a jogabilidade cl\u00e1ssica da franquia, que j\u00e1 possui 6 jogos na linha principal, fora alguns <em>spinoffs<\/em>, <strong>Yakuza 0<\/strong> j\u00e1 foi lan\u00e7ado no Jap\u00e3o e agora chegar\u00e1 tamb\u00e9m ao Ocidente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Yakuza Zero - E3 2016 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TNF5olx8Pi4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<h3><strong>Sea of Solitude (Jo-Mei Games)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Sea of Solitude<\/strong> \u00e9 uma experi\u00eancia pessoal e intimista, apresentando sentimentos e emo\u00e7\u00f5es\u00a0de sua pr\u00f3pria criadora,\u00a0Cornelia Geppert. O jogo conta a hist\u00f3ria de <strong>Kay<\/strong>, uma mulher transformada em monstro que busca respostas para entender o que aconteceu consigo. Para ir em busca de esclarecimentos aos seus questionamentos, ela parte em um pequeno barco sobre uma cidade submersa em que est\u00e3o suas pr\u00f3prias mem\u00f3rias. L\u00e1, ela encontrar\u00e1 outros monstros os quais ir\u00e3o persegui-la, e n\u00f3s teremos que a auxiliar em escapar das terr\u00edveis criaturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Sea of Solitude FIRST GAMEPLAY and Developer Interview!\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SjZnmBaChu8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3>NieR: Automata (Platinum Games)<\/h3>\n<p><strong>NieR: Automata<\/strong> trata-se da continua\u00e7\u00e3o do spin-off de<strong> Drakengard<\/strong>. Embora seu antecessor n\u00e3o tenha possu\u00eddo muito charme, a continua\u00e7\u00e3o se exibe por ter como desenvolvedora a <strong>Platinum Games<\/strong>, respons\u00e1vel por sistemas de combates primorosos vistos jogos como <strong>Bayonetta<\/strong> e <strong>Metal Gear Rising:\u00a0Revengeance<\/strong>. O t\u00edtulo possui elementos de RPG, assim como seu predecessor, mas s\u00e3o suas mec\u00e2nicas de hack and slash que fazem-no brilhar e ser t\u00e3o atraente, reproduzindo a mobilidade e fluidez presentes em tantas outras obras da <strong>Platinum<\/strong>. A tem\u00e1tica p\u00f3s-apocal\u00edtica pode ser um tanto clich\u00ea, mas n\u00e3o far\u00e1 com que f\u00e3s do est\u00fadio e da s\u00e9rie deixem-no de jogar somente por isso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"NieR: Automata - PlayStation Experience 2016: Trailer | PS4\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QeKnZJHt6Fc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Night in the Woods (Infinite Fall)<\/strong><\/h3>\n<p>Imagine voc\u00ea largando a faculdade e voltando para a sua cidade natal, e l\u00e1 encontrando seus amigos do passado, mas bastante diferentes do que quando os viu pela \u00faltima vez, e percebendo o qu\u00e3o diferente e estranha est\u00e1 sua terra prim\u00e1ria; assim \u00e9 a hist\u00f3ria de <strong>Night in the Woods<\/strong>. O jogo de plataforma \u00e9 protagonizado pela felina\u00a0<strong>Mae Borowski<\/strong>, que ao chegar em\u00a0Possum Springs percebe que coisas sobrenaturais est\u00e3o acontecendo na floresta. O t\u00edtulo focado em seus personagens, explora\u00e7\u00e3o e di\u00e1logos nos colocar\u00e1 num mundo belo, carism\u00e1tico e vibrante no qual ser\u00e1 poss\u00edvel acompanhar, tamb\u00e9m, eventos e acontecimentos simples e mundanos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Night In The Woods Trailer - NEW DATE: FEBRUARY 21st\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u17kM8oSz3k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Horizon: Zero Dawn (Guerrilla Games)<\/strong><\/h3>\n<p>Um mundo dominado por m\u00e1quinas tem sido um tema explorado por artistas h\u00e1 d\u00e9cadas, mas <strong>Horizon: Zero Dawn<\/strong> o utiliza de maneira bastante encantadora. Em vez de introduzir todas as caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas do tema, ele decide por unir o pr\u00e9-hist\u00f3rico ao futuro tecnol\u00f3gico, resultando em um pretexto incr\u00edvel para os videogames. Nele, controlaremos <strong>Aloy<\/strong> em um mundo devastado onde homens e criaturas rob\u00f3ticas convivem juntos, em que ser\u00e1 poss\u00edvel explor\u00e1-lo e interagir com os seres que o habitam. Criaturas poder\u00e3o ser nossas inimigas, bem como algumas ser\u00e3o nossas aliadas, sendo esta regra tamb\u00e9m v\u00e1lida aos seres humanos. O t\u00edtulo carrega consigo ainda elementos de furtividade e combate interessantes quando utilizados no meio em que se passa. Trata-se de um projeto ambicioso que depende inteiramente de sua execu\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Horizon Zero Dawn - PlayStation Experience 2016: The Machines Trailer | PS4\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uMKAdNWv9xA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Persona 5 (Atlus)\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>Embora j\u00e1 dispon\u00edvel no Jap\u00e3o desde setembro de 2016, <strong>Persona 5<\/strong> chegar\u00e1 aos ocidentais somente em abril, e a espera para alguns parece infind\u00e1vel. Seguindo filosofias introduzidas em <strong>Pesona 3<\/strong> e <strong>Persona 4<\/strong>, o jogo da <strong>Atlus<\/strong> mais uma vez se mostra charmoso, com uma dire\u00e7\u00e3o de arte magn\u00edfica caracter\u00edstica da franquia. Os di\u00e1logos e formas de intera\u00e7\u00e3o com os diversos NPCs continuam presentes na sequ\u00eancia, bem como a abordagem de temas sociais recorrentes a n\u00f3s e problemas modernos. Se passando na atual cidade de T\u00f3quio, no Jap\u00e3o, o jogo nos p\u00f5e na pele do l\u00edder do grupo <strong>Phantom Thieves of Hearts<\/strong>, uma organiza\u00e7\u00e3o de estudantes acad\u00eamicos que lutam contra criminosos e os mais variados inimigos em combates baseados em turnos. A dinamicidade aparenta estar ainda maior e a invoca\u00e7\u00e3o de Personas continuam concernindo completamente com a experi\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Persona 5 E3 2016 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Xtw4W0H7SbE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Pyre (Supergiant Games)<\/strong><\/h3>\n<p>Da mesma respons\u00e1vel por t\u00edtulos memor\u00e1veis como <strong>Bastion<\/strong> e <strong>Transistor<\/strong>, <strong>Pyre<\/strong> \u00e9 re\u00fane mais uma vez tudo o que a <strong>Supergiant Games<\/strong> faz de melhor. O jogo se trata de um RPG baseado em equipes, mas, como provado anteriormente, n\u00e3o \u00e9 apenas isso. O t\u00edtulo se compromissa em entregar uma apresenta\u00e7\u00e3o e narrativa atmosf\u00e9ricas, juntamente com um modelo de jogabilidade que consiste em confrontos r\u00e1pidos e cheios de a\u00e7\u00e3o. A nova produ\u00e7\u00e3o da <strong>Supergiant<\/strong> se calca na tentativa de livrar do ex\u00edlio um grupo de seres mascarados que podem ser absolvidos de suas transgress\u00f5es, cabendo a n\u00f3s decidir atrav\u00e9s de nossas a\u00e7\u00f5es aqueles que encontrar\u00e3o a liberdade e os que permanecer\u00e3o na mesma situa\u00e7\u00e3o para sempre. A jornada permitir\u00e1 que os conhecemos melhor conforme avan\u00e7amos, assim como outros v\u00e1rios personagens que ser\u00e3o encontrados ao longo do caminho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Pyre - E3 2016 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nQS-aimTcDI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3>Skytorn<\/h3>\n<p>Classificado e criado pela pr\u00f3pria comunidade, o termo Metroidvania limita a no\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de um jogo, e alguns poderiam muito bem incluir <strong>Skytorn<\/strong> nessa categoria, mas h\u00e1 um por\u00e9m. Os cen\u00e1rios onde jogamos efetivamente s\u00e3o gerados proceduralmente, escolha n\u00e3o comum aos t\u00edtulos desse popular subg\u00eanero. Acompanharemos a hist\u00f3ria da exploradora N\u00e9voa, que, provida de sua p\u00e1, buscar\u00e1 atrav\u00e9s de ilhas flutuantes artefatos e sobreviventes de um misterioso cataclismo ocorrido h\u00e1 s\u00e9culos atr\u00e1s. Sozinha, ela ir\u00e1 cavar na procura de seu pr\u00f3prio caminho. Os respons\u00e1veis pelo projeto desenvolveram no passado t\u00edtulos como <strong>Celeste<\/strong> e <strong>Towerfall<\/strong>, portanto \u00e9 poss\u00edvel que voc\u00ea assimile anima\u00e7\u00f5es e visuais \u00e0s outras produ\u00e7\u00f5es dos criadores. Seu aparente foco em movimenta\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas fazem de <strong>Skytorn<\/strong> uma das experi\u00eancias de plataforma 2D mais aguardas para serem vivenciadas em 2017.<\/p>\n<p>Para mais sobre a equipe por tr\u00e1s de <strong>Skytorn<\/strong>, <a href=\"http:\/\/skytorngame.com\"><strong>acesse seu site<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Skytorn 2016 Preview\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Hx8EkoqDG_M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Mass Effect: Andromeda (BioWare)<\/strong><\/h3>\n<p>Uma nova gal\u00e1xia nos aguarda em <strong>Mass Effect: Andromeda<\/strong>. Esta frase poderia se encaixar muito bem para uma aventura \u00e9pica, mas, al\u00e9m disso, o novo jogo da <strong>BioWare<\/strong> \u00e9 sobre a busca humana por um novo lar. Aqui n\u00e3o encarnaremos <strong>Comandante Shepard<\/strong> nem seremos um her\u00f3i com grandes feitos j\u00e1 realizados, mas algu\u00e9m que se encontra no in\u00edcio de sua jornada como l\u00edder. A nova entrada da s\u00e9rie <strong>Mass Effect<\/strong> busca inserir novos elementos mec\u00e2nicos e narrativos, e, ao mesmo tempo, manter o que j\u00e1 conhecemos como caracter\u00edstico da franquia. Um exemplo de adi\u00e7\u00e3o \u00e9 o jetpack e combate mais flex\u00edvel quanto a \u00e1rvore de habilidades e o confronto propriamente dito. A explora\u00e7\u00e3o tem agora um papel de maior import\u00e2ncia, uma vez que estamos buscando uma nova casa para a nossa ra\u00e7a, o que permitir\u00e1-nos vasculhar planetas muito mais do que antes. Novamente, uma nova gal\u00e1xia nos aguarda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"MASS EFFECT: ANDROMEDA \u2013 Official Gameplay Trailer - 4K\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NOIzH6UcoW4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3>Little Nightmares (Tarsier Studios)<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s cerca de dez anos em produ\u00e7\u00e3o, o antes chamado\u00a0<i><strong>Hunger<\/strong> foi renomeado para<strong> Little Nightmares<\/strong> e recebeu apoio da <strong>Bandai Namco<\/strong>, editora que publicar\u00e1 o jogo. O t\u00edtulo permite que controlemos a jovem crian\u00e7a de nove anos <strong>Six<\/strong>, que est\u00e1 presa num horripilante local horripilante debaixo d&#8217;\u00e1gua chamado\u00a0The Maw. O jogo nos apresentar\u00e1 diversos quebra-cabe\u00e7as ao longo da jornada em cen\u00e1rios aterrorizantes, tratando ainda durante a campanha de pesadelos tidos por crian\u00e7as, como seu pr\u00f3prio nome prop\u00f5e. A sutileza locomotiva da jovem garota aparenta tornar todo o mundo a volta dela coeso com ela pr\u00f3pria, que assemelha-se a anima\u00e7\u00f5es 3D de terror.\u00a0<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Little Nightmares - Deep Below the Waves Trailer | PS4, XB1, PC\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/y27KjX_FRk4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Tacoma (Fullbright)<\/strong><\/h3>\n<p>Em 2013 a <strong>Fullbright<\/strong> lan\u00e7ou<strong> Gone Home<\/strong>, um jogo com foco narrativo que mostrou meios de como lidar com esse segmento presente em videogames. Agora, a nova produ\u00e7\u00e3o do est\u00fadio trata-se de <strong>Tacoma<\/strong>, que trilha a mesma ideologia apresentada no t\u00edtulo anterior. Aqui devemos explorar uma esta\u00e7\u00e3o espacial, em vez de uma casa, como em <strong>Gone Home<\/strong>, lendo e observando o que faziam aqueles que ali uma vez estiveram. Entenderemos quem eles s\u00e3o, seus sentimentos e emo\u00e7\u00f5es individuais atrav\u00e9s de suas pr\u00f3prias a\u00e7\u00f5es. Resolveremos ainda alguns breves quebra-cabe\u00e7as, mas n\u00e3o \u00e9 o cerne daquilo que nos prop\u00f5e. Como o jogo anterior, esse \u00e9 um aparente videogame sobre pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Fullbright presents: Tacoma\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_saQRvy5sQ4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Absolver (Sloclap)<\/strong><\/h3>\n<p>Muitos t\u00eam classificado <strong>Absolver<\/strong> como a jun\u00e7\u00e3o das mec\u00e2nicas relacionadas ao combate de<strong> Dark Souls<\/strong> juntamente com as presentes em<strong> Street Fighter<\/strong>, mas tal descri\u00e7\u00e3o \u00e9 pobre para o que de fato ele \u00e9. Assim como em <strong>Dark Souls<\/strong>, o modo multiplayer online \u00e9 justific\u00e1vel quando unido \u00e0 narrativa. Poderemos encontrar outros jogadores atrav\u00e9s do mundo do jogo, e isso \u00e9 explicado por sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria. O sistema de combate de <strong>Absolver<\/strong> \u00e9 o que mais interessa a experi\u00eancia. Sua fluidez e locomo\u00e7\u00e3o torna os movimentos similares a uma dan\u00e7a. Seus aspectos de RPG florescem ao dar ao jogador a possibilidade de customizar seu personagem da maneira que bem entender. Do mesmo modo \u00e9 tratado o leque de habilidades oferecidos pelo jogo. Talvez em sua descri\u00e7\u00e3o rasa e pobre seja necess\u00e1rio adicionar tamb\u00e9m <strong>Destiny<\/strong>, embora continue em mesmo estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Absolver - PlayStation Experience Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2SUd9APjIxU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Nioh (Team Ninja)<\/strong><\/h3>\n<p>Quando se fala de inferno de desenvolvimento \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o citar <strong>Nioh<\/strong>. O desenvolvimento do jogo foi iniciado em 2004 e at\u00e9 hoje n\u00e3o teve seu lan\u00e7amento concretizado. Por\u00e9m, ap\u00f3s in\u00fameros adiamentos, a Team Ninja promete sua chegada ainda para 2017. Seria incrivelmente simples e r\u00e1pido descrever <strong>Nioh<\/strong> como a uni\u00e3o de <strong>Onimusha<\/strong> e <strong>Dark Souls<\/strong>, e certamente ele possui influ\u00eancias \u00f3bvias, mas n\u00e3o significa sua desvalida\u00e7\u00e3o. Uma das diferen\u00e7as encontradas nele em rela\u00e7\u00e3o a obra da <strong>From Software<\/strong> \u00e9 o fato de seu combate n\u00e3o enveredar para a defesa cont\u00ednua, mas o incentivo indireto de agir agressiva e ofensivamente. Al\u00e9m disso a op\u00e7\u00e3o de selecionar o m\u00e9todo com o qual desejamos empunhar a espada traz um frescor a dinamicidade de seus confrontos interessant\u00edssimo. Com seu protagonista tendo um poss\u00edvel parentesco com <strong>Geralt<\/strong>, de <strong>The Witcher<\/strong>, esperemos que enfim a produ\u00e7\u00e3o de mais de uma d\u00e9cada ganhe vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Nioh - PlayStation Experience 2016 Trailer | PS4\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YLW04LUUYls?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Prey (Arkane Austin)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Prey<\/strong> n\u00e3o \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o do <strong>Prey<\/strong> lan\u00e7ado em 2006, este, que era at\u00e9 ent\u00e3o desenvolvido pela<strong> Human Head Studios<\/strong>, foi cancelado para dar espa\u00e7o ao reboot produzido pela<strong> Arkane Austin<\/strong>. A reinicializa\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie segue conceitos b\u00e1sicos e brutos do que o primeiro foi, como alguns temas narrativos e elementos prim\u00e1rios de jogabilidade. Uma das novidades presentes aqui \u00e9 a inser\u00e7\u00e3o de maior abertura em est\u00e1gios fechados, assim como em <strong>Dishonored<\/strong>, tamb\u00e9m da <strong>Arkane<\/strong>, n\u00e3o oferecendo um mundo amplamente aberto. Na hist\u00f3ria, controlaremos Morgan, protagonista masculino ou feminino de acordo com o crit\u00e9rio do jogador, e iremos explorar a esta\u00e7\u00e3o espacial\u00a0<strong>Talos I<\/strong>, infestada por um ser alien\u00edgena de nome\u00a0<strong>Typhon<\/strong>. Apesar de n\u00e3o ser focado em terror, o t\u00edtulo ter\u00e1 momentos nos quais mexer\u00e1 com nosso psicol\u00f3gico. A rela\u00e7\u00e3o com seu antecessor se apresenta de maneira estreita e pequena, e isso pode ser bom.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Prey \u2013 Official Gameplay Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LNHZ9WAertc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Resident Evil 7 (Capcom)<\/strong><\/h3>\n<p>Embora jogos de terror utilizem a perspectiva em primeira pessoa afim de mais imers\u00e3o h\u00e1 muito tempo, foi nos \u00faltimos anos que t\u00edtulos do g\u00eanero usu\u00e1rios desse m\u00e9todo explodiram ao p\u00fablico geral. Visando a boa recep\u00e7\u00e3o de jogos como <strong>Outlast<\/strong> e o teaser jog\u00e1vel do cancelado<strong> Silent Hills<\/strong>, n\u00e3o \u00e9 surpreendedor ver a Capcom apostar no formato. <strong>Resident Evil 7<\/strong> parece iniciar mais uma trilogia para a s\u00e9rie, como foi no passado. A mudan\u00e7a de c\u00e2mera permite que crie-se momentos t\u00e3o aterrorizantes quanto os que se viam nas primeiras entradas da franquia. Enquanto seus predecessores tinham como cerne a a\u00e7\u00e3o, a sequ\u00eancia aparenta estar empenhada em entregar uma experi\u00eancia cadenciada e tensa, apesar de ser provido de momentos de combate, mas este com tempero de horror e apreens\u00e3o. Para alguns ser\u00e1 um deleite experienciar vertentes cl\u00e1ssicas de <strong>Resident Evil<\/strong>; para outros ser\u00e3o horas de pavor, o que \u00e9 bom.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Resident Evil 7 - GamePlay video- Part 1\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8Mp9oHxEzv4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>South Park: A Fenda que Abunda For\u00e7a (Ubisoft San Francisco)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>South Park: The Stick of Truth<\/strong> foi um bom jogo baseado na s\u00e9rie animada, um \u00f3timo t\u00edtulo em anos de obras sobre a <strong>South Park<\/strong>. A produ\u00e7\u00e3o da <strong>Obsidian<\/strong> rendeu mais uma adapta\u00e7\u00e3o para os videogames da franquia, por\u00e9m, desta vez o tema \u00e9 super-her\u00f3is. <strong>A Fenda que Abunda For\u00e7a<\/strong> continua muito similar ao seu antecessor quanto a visual e elementos b\u00e1sicos, mas seu sistema de batalhas recebeu mudan\u00e7as consider\u00e1veis. Em vez de seguir com os confrontos por turnos cl\u00e1ssicos, o t\u00edtulo traz consigo combates t\u00e1ticos em que \u00e9 poss\u00edvel se mover atrav\u00e9s de um campo delimitado e, em algum espa\u00e7o permitido, escolher uma a\u00e7\u00e3o e execut\u00e1-la. As classes n\u00e3o foram abandonadas, entretanto. \u00c9 poss\u00edvel selecionar o tipo de her\u00f3i que queremos ser, partindo dessa sele\u00e7\u00e3o habilidades que utilizaremos posteriormente. O humor negro, claro, continua aqui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"South Park: A Fenda que Abunda For\u00e7a - Gameplay [BGS 2016]\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/a0PkUHAQICo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Yooka-Laylee (Playtonic Games)<\/strong><\/h3>\n<p>Talvez <strong>Yooka-Laylee<\/strong> seja o mais pr\u00f3ximo de <strong>Banjo-Kazooie<\/strong> e <strong>Banjo-Tooie<\/strong> que f\u00e3s dos cl\u00e1ssicos do<strong> Nintendo 64<\/strong> ter\u00e3o atualmente, afinal sua equipe \u00e9 composta por ex-desenvolvedores de ambos os t\u00edtulos. Cores, humor, carisma e plataformas 3D \u00e9 tudo o que o jogo da <strong>Playtonic Games<\/strong> carrega consigo. Mais que isso, ele porta o fardo de ser a esperan\u00e7a dos \u00f3rf\u00e3os das produ\u00e7\u00f5es memor\u00e1veis da Rare. Em <strong>Yooka-Laylee<\/strong> acompanharemos o camale\u00e3o <strong>Yooka<\/strong> e o morcego f\u00eamea <strong>Laylee<\/strong> em cen\u00e1rios extremamente coloridos e vibrantes, caracter\u00edsticas dos t\u00edtulos os quais busca influ\u00eancia. Resumindo, basicamente tudo o que ador\u00e1vamos da <strong>Rare<\/strong> no <strong>Nintendo<\/strong> <strong>64<\/strong> retornar\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o da <strong>Playtonic<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Yooka-Laylee - Gamescom 2016 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oqmF8IgxtJ0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Kingdom Hearts 3 (Square Enix)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Kingdom Hearts<\/strong> lida com um turbilh\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es. De um lado se tem f\u00e3s de tantas obras da <strong>Disney<\/strong>, do outro f\u00e3s de<strong> Final Fantasy<\/strong>. Tratar com dois p\u00fablicos, ou a fus\u00e3o de ambos, \u00e9 uma tarefa delicada que aparentemente a <strong>Square Enix<\/strong> sabe como realizar. O terceiro t\u00edtulo da linha principal da franquia \u00e9 mais uma vez protagonizado por Sora, que, ao lado do <strong>Pato Donald<\/strong>, <strong>Pateta<\/strong>, <strong>Rei Mickey<\/strong> e <strong>Riku<\/strong>, ir\u00e1 novamente partir em uma jornada que poucos t\u00eam o dom de entender toda a hist\u00f3ria que envolve-na. <strong>Kingdom Hearts 3<\/strong> foi claramente um dos maiores influentes para o combate de <strong>Final Fantasy XV<\/strong>, logo, \u00e9 poss\u00edvel aguardar aspectos similares na produ\u00e7\u00e3o dirigida por Tetsuya Nomura, ex-diretor do jogo de 2016. A mobilidade calcada na transloca\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do cen\u00e1rios aparenta ser a estrela dos confrontos, como feito em <strong>Final Fantasy XV<\/strong>. Sua ilustre chegada vir\u00e1 ap\u00f3s cerca de 11 anos em produ\u00e7\u00e3o, pelo menos assim esperamos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"KINGDOM HEARTS III E3 2015 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IaTjCvUZjck?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Cuphead (Studio MDHR)<\/strong><\/h3>\n<p>Inicialmente, <strong>Cuphead<\/strong> se trataria de um jogo consistente em combates contra chefes, mas alguns anos ap\u00f3s seu an\u00fancio mudan\u00e7as severas ocorreram em sua estrutura. Agora o t\u00edtulo da <strong>Studio MDHR<\/strong> possui est\u00e1gios e elementos tradicionais de um jogo de plataforma, em vez de nos colocar somente em lutas contra inimigos espec\u00edficos. Baseado em desenhos animados da d\u00e9cada de 1930, o visual do t\u00edtulo \u00e9 incrivelmente coeso; nosso personagem, os inimigos, cen\u00e1rios exteriores, tudo parece fazer parte de um s\u00f3 ambiente. Al\u00e9m disso, uma fina camada de filtro de VHS d\u00e1 um tom de vibra\u00e7\u00e3o \u00e0 imagem como era visto em anima\u00e7\u00f5es de d\u00e9cadas atr\u00e1s. \u00c9 lindo, e esperamos que seja tamb\u00e9m lindo de se jogar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Cuphead Platforming Gameplay Reveal\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xy0bpSyeCuQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Red Dead Redemption 2 (Rockstar San Diego)<\/strong><\/h3>\n<p>Pouco ainda sabemos sobre <strong>Red Dead Redemption 2<\/strong>, mas quando olhamos para tr\u00e1s e vemos o que foi <strong>Red Dead Redemption<\/strong>, a \u00fanica coisa que queremos \u00e9 que ele esteja em nossas m\u00e3os o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. <strong>Red Dead Remption<\/strong> tratou uma \u00e9poca do faroeste que muitos outros jogos tentaram constantemente reproduzir, mas nunca chegaram ao n\u00edvel de maestria de execu\u00e7\u00e3o como visto na obra da <strong>Rockstar San Diego<\/strong>. De sua bela trilha sonora caracter\u00edstica a eventos do dia-a-dia; tudo nele parece fazer-nos respirar aquela \u00e9poca e aquele lugar, \u00e9 incr\u00edvel. A \u00fanica novidade em rela\u00e7\u00e3o ao seu antecessor at\u00e9 ent\u00e3o revelada trata-se de um modo multiplayer online in\u00e9dito, o que possivelmente ser\u00e1 aos moldes do j\u00e1 visto em <strong>GTA V<\/strong>. A sucinta descri\u00e7\u00e3o de que o jogo \u00e9\u00a0\u00a0&#8220;um conto \u00e9pico sobre a vida no implac\u00e1vel cora\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica&#8221; j\u00e1 \u00e9 o suficiente para nos deixar excitados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Red Dead Redemption 2 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gmA6MrX81z4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Nintendo)<\/strong><\/h3>\n<p>Novamente <strong>Link<\/strong> retorna para protagonizar mais um novo jogo de sua s\u00e9rie, mas aqui agora o ic\u00f4nico aventureiro ir\u00e1 viver em uma casa um pouco diferente. <strong>Breath of the Wild<\/strong> \u00e9 a evid\u00eancia clara da aceita\u00e7\u00e3o da <strong>Nintendo<\/strong> por jogos de mundos amplamente abertos. No novo t\u00edtulo <strong>Link<\/strong> poder\u00e1 descer montanhas utilizando um objeto qualquer, poder\u00e1 planar sobre os c\u00e9us apenas com um tecido em m\u00e3os, poder\u00e1 cortar \u00e1rvores para fabricar itens diversos; agora ele est\u00e1, de fato, livre para fazer o que bem entender. S\u00e3o detalhes simples, como, por exemplo, v\u00ea-lo tremendo de frio em um lugar g\u00e9lido do mapa quando n\u00e3o est\u00e1 trajando uma roupa adequada para o ambiente, que transparecem um real mundo cr\u00edvel e interessante. Os elementos mec\u00e2nicos introduzidos em <strong>Breath of the Wild<\/strong> e mudan\u00e7as em espec\u00edficas estruturas solidificadas s\u00e3o o que d\u00e3o um fresco sopro de inova\u00e7\u00e3o em uma franquia que carrega consigo mais de 30 anos de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"The Legend of Zelda: Breath of the Wild \u2013 Let\u2019s Play Video\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Na1cIOmfBlU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Outlast 2 (Red Barrels Studio)<\/strong><\/h3>\n<p>Em 2013 <strong>Outlast<\/strong> veio a se tornar a maior refer\u00eancia contempor\u00e2nea em jogos de terror, como consequ\u00eancia, serviu de fonte para diversas c\u00f3pias baratas, mas tamb\u00e9m de influenciador em obras do mesmo g\u00eanero ou n\u00e3o, e at\u00e9 para ele pr\u00f3prio. <strong>Outlast 2<\/strong> aparenta manter aquilo que seu antecessor executou: uma experi\u00eancia tensa e com sustos gradativos. Sua hist\u00f3ria tamb\u00e9m \u00e9 semelhante \u00e0 do t\u00edtulo anterior. Agora, no entanto, acompanharemos o jornalista freelancer\u00a0<strong>Blake Langermann<\/strong>, que parte em uma investiga\u00e7\u00e3o numa prec\u00e1ria \u00e1rea rural no Supai, pr\u00f3ximo ao\u00a0Deserto de Sonora. Para registrar as poss\u00edveis atividades sobrenaturais do local, usaremos uma c\u00e2mera. Ela agir\u00e1 como um meio para a resolu\u00e7\u00e3o de problemas e, com suas funcionalidades, permitir\u00e1 que continuemos em nossa aterrorizante jornada, assim como no primeiro <strong>Outlast<\/strong>. Nossos batimentos card\u00edacos o jogar\u00e1 com grande pesar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"OUTLAST II TEASER\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YhiP5FBcCXc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Below (Capybara Games)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Below<\/strong> poderia apostar em visuais coloridos e m\u00fasicas animadoras para justificar suas mec\u00e2nicas de tentar e falhar, mas o faz de maneira singular. Embora muitos roguelikes atuais foquem-se nos elementos citados para incentivar indiretamente o jogador a continuar, <strong>Below<\/strong> apresenta caracter\u00edsticas que, provavelmente, far\u00e3o muitos desistirem. Seu visual de tons providos de constante melancolia somada a uma trilha sonora neutra e por vezes enveredada a tristeza, permite que aflore um aparente sentimento \u00fanico e individual a cada um para seguir em frente, independente dos obst\u00e1culos encontrados. Emo\u00e7\u00e3o esta que, talvez, seja a mesma encontrada por alguns que jogam <strong>Dark Souls<\/strong> pela primeira vez. A produ\u00e7\u00e3o da <strong>Capybara Games<\/strong>, possivelmente, ser\u00e1 um exc\u00eantrico roguelike de 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"BELOW -- DEATH&#039;S DOOR\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dUXD6YTOGXg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>A Normal Lost Phone (Accidental Queens)<\/strong><\/h3>\n<p>Diariamente as lojas virtuais de smartphones recebem ondas de novos jogos, a maioria completamente esquec\u00edvel, e a maior parte ainda parece esquecer-se a plataforma para qual foi lan\u00e7ado. <strong>A Normal Lost Phone<\/strong> se aproveita muito bem do formato do aparelho onde \u00e9 jogado, embora seja lan\u00e7ado tamb\u00e9m para PC. Sua hist\u00f3ria consiste em que encontramos um celular perdido de um jovem chamado <strong>Sam<\/strong>, que, ao completar 18 anos, sumiu. Atrav\u00e9s de mensagens, imagens, v\u00eddeos e aplicativos deveremos procurar informa\u00e7\u00f5es minuciosas que indiquem o paradeiro do garoto. O jogo trata sobre temas delicados e recorrentes como homofobia, depress\u00e3o, maior idade, press\u00e3o dos pais, e busca por identidade pr\u00f3pria. Embora n\u00e3o in\u00e9dito, o m\u00e9todo narrativo visto antes em obras como <strong>Her Story<\/strong> e <strong>Cibele<\/strong> \u00e9 um grande e bem-vindo frescor em plataformas dominadas por g\u00eaneros espec\u00edficos. Parece incr\u00edvel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"A Normal Lost Phone - Live Teaser\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZWLTv9d-irc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Shenmue III (Ys Net)<\/strong><\/h3>\n<p>Ap\u00f3s o lan\u00e7amento de <strong>Shenmue<\/strong> e <strong>Shenmue II<\/strong>, respectivamente, em 1999 e 2000, no<strong> Dreamcast<\/strong>, a s\u00e9rie adormeceu por longos anos at\u00e9 o an\u00fancio de uma campanha de financiamento coletivo no <a href=\"http:\/\/www.kickstarter.com\/projects\/ysnet\/shenmue-3\"><strong>Kickstarter<\/strong><\/a>. Esta quebrou diversos recordes e o projeto enfim guinou. Apesar de que muito do que apresentado sobre <strong>Shenmue III<\/strong> pela<strong> Ys Net<\/strong> tenha sido conceitual, a sequ\u00eancia introduzir\u00e1 um novo sistema de habilidades, bem como novos m\u00e9todos de se aprender t\u00e9cnicas de combate.<strong> Shenmue II<\/strong>I aparenta perpetuar a filosofia de contempla\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o com o mundo no qual estamos inseridos, o que faz a s\u00e9rie ser t\u00e3o especial para tantos que gostam de grande imers\u00e3o em jogos. A s\u00e9rie agora reanimada conferiu aos videogames diversas influ\u00eancias em produ\u00e7\u00f5es posteriores, e ser\u00e1 interessant\u00edssimo v\u00ea-las aplicadas em sua pr\u00f3pria fonte no estado atual da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Shenmue III - Lake of the Lantern Bugs Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YedbC7fCj5o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Hellblade: Senua&#8217;s Sacrifice (Ninja Theory)<\/strong><\/h3>\n<p>Descrito como um jogo desenvolvido independentemente de qualidade equivalente a uma produ\u00e7\u00e3o de alto valor de or\u00e7amento, <strong>Hellblade: Senua&#8217;s Sacrifice<\/strong> busca tratar de assuntos humanos e pessoais, al\u00e9m de apresentar a personagem mais realista dos vidoegames. Sua protagonista, <strong>Senua<\/strong>, sofre de trauma e psicoses, problemas providos ap\u00f3s uma invas\u00e3o viking. A acompanharemos atrav\u00e9s de um submundo infernal que nada mais \u00e9 do que manifesta\u00e7\u00f5es psic\u00f3ticas de sua pr\u00f3pria realidade e mente, observando-a durante toda a jornada enfrentando seus desafios mentais, f\u00edsicos e emocionais. Embora o enfoque narrativo, o combate, explicado como brutal e descomprometido, ser\u00e1 um dos cernes do t\u00edtulo, exibindo-se de modo cadenciado e, por vezes, aparenta um modelo r\u00edtmico. O est\u00fadio respons\u00e1vel por obras como <strong>DmC: Devil May Cry<\/strong>,\u00a0<strong>Heavenly Sword<\/strong> e<strong>\u00a0Enslaved: Odyssey to the West<\/strong>, parte agora para entregar uma experi\u00eancia humana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Hellblade: Senua&#039;s Sacrifice - Senua Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hL2RhY2vJes?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Uncharted: The Lost Legacy (Naughty Dog)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Uncharted 4: A Thief&#8217;s End<\/strong> foi uma das maiores surpresas de 2016, n\u00e3o por reinventar seu lado mec\u00e2nico, mas por apresentar seu protagonista de maneira nunca vista antes. Agora, sua expans\u00e3o parece querer trilhar o mesmo caminho, embora seja tratada como um jogo individual.<strong> The Lost Legacy<\/strong> \u00e9 protagonizado por<strong> Chloe Frazer<\/strong>, que apareceu primariamente na segunda entrada da s\u00e9rie, e <strong>Nadine Ross<\/strong>, presente em <strong>Uncharted 4<\/strong>. O t\u00edtulo se passa na \u00cdndia e mostra a busca de <strong>Chloe<\/strong> e <strong>Nadine<\/strong> por um artefato chamado\u00a0Presa de Ganesh, apresentando-nos no processo mais sobre <strong>Chloe<\/strong>. Aqui, a furtividade aparenta possuir um maior grau de signific\u00e2ncia, sem perder a veia de confrontos que <strong>Uncharted<\/strong> tem. A protagonista, entretanto, n\u00e3o ser\u00e1 provida do temperamento agressivo de <strong>Nathan Drake<\/strong>, mas levar\u00e1 consigo uma personalidade de combate pr\u00f3pria. Esperamos que a <strong>Naughty Dog<\/strong> aprimore o aprendizado obtido por meio de <strong>The Last of Us<\/strong> e <strong>Uncharted 4<\/strong> e aplique em sua nova produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"UNCHARTED: The Lost Legacy - PlayStation Experience 2016: Announce Trailer | PS4\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PZjx5ao7alw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Reel (Nick Preston)<\/strong><\/h3>\n<p>Cada vez mais pessoas t\u00eam menos tempo dispon\u00edvel para gastar com jogos. Para contornar problemas do g\u00eanero, experi\u00eancias curtas parecem ser um meio fact\u00edvel, e <strong>Reel<\/strong> promete ser um desses meios. O projeto desenvolvido por Nick Preston faz parte de um conjunto de narra\u00e7\u00f5es breves chamado <strong>Toryans\u00e9<\/strong>. A primeira produ\u00e7\u00e3o que constituir\u00e1 o aglomerado ser\u00e1 <strong>Reel<\/strong>, uma curta hist\u00f3ria interativa sobre uma idosa respons\u00e1vel por gerenciar uma loja que repara computadores em um pequeno shopping. O t\u00edtulo come\u00e7a quando ela recebe um pacote por engano e parte para encontrar o verdadeiro destinat\u00e1rio. Durante sua busca no pr\u00e9dio, ela aprende sobre o passado do edif\u00edcio, apesar de estar trabalhando por anos no local. N\u00e3o s\u00f3 jogaremos, mas como tamb\u00e9m refletiremos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/killscreen.com\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/unnamed.jpg?fit=880%2C495&amp;ssl=1\" alt=\"Toryanse\" \/><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Marvel vs. Capcom: Infinite (Capcom)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Marvel vs. Capcom<\/strong> \u00e9 um dos poucos crossovers de jogos de luta que jogadores profissionais levam de fato a s\u00e9rio, ao lado de <strong>Super Smash Bros.<\/strong>. A comunidade em torno da \u00faltima e sem suporte entrada da franquia est\u00e1 s\u00f3lida at\u00e9 hoje. <strong>Marvel vs. Capcom: Infinite<\/strong> representa o retorno do olhar \u00e0queles antes desprezados que perpetuaram jogando e treinando em <strong>Marvel vs. Capcom 3<\/strong>. O que n\u00e3o ir\u00e1 deixar muitos contentes \u00e9 o fato de que a <strong>Marvel<\/strong> transparece a inser\u00e7\u00e3o apenas de her\u00f3is de seu universo cinematogr\u00e1fico, deixando de lado cl\u00e1ssicas s\u00e9ries presentes na franquia desde sua estreia. Sua aparente repagina\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica e visual podem conferir ao jogo um novo ar, e por conseguinte, uma nova leva de f\u00e3s. O\u00a0desprendimento de caracter\u00edsticas s\u00f3lidas do passado, como a mudan\u00e7a de formato de escolha de tr\u00eas personagens numa partida para apenas dois, por exemplo, e um suposto combate menos ca\u00f3tico e mais compreens\u00edvel t\u00eam o poder de tornar <strong>Marvel vs. Capcom: Infinite<\/strong> in\u00e9dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Marvel vs. Capcom: Infinite Extended Gameplay Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/udJXP1qjfUM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>For Honor (Ubisoft Montreal)<\/strong><\/h3>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil descrever precisamente o que \u00e9 <strong>For Honor<\/strong>. Talvez o que possamos assimilar a ele sejam os musous, g\u00eanero de jogos popular no Jap\u00e3o que consiste em matarmos in\u00fameros personagens em um espa\u00e7o determinado. Assim como os t\u00edtulos japoneses, controlamos um personagem, selecionado a partir de tr\u00eas fac\u00e7\u00f5es (samurais, vikings e cavaleiros) e tendo como escolha tr\u00eas classes para cada uma delas, em um mapa preenchido por ex\u00e9rcitos onde temos alguns objetivos a cumprir, como lutar por pontos tempor\u00e1rios e permanentes, derrotar certa quantidade de outros jogadores reais, entre outras tarefas. Embora possa soar completamente ca\u00f3tico e desordenado, quando confrontamos um inimigo real a batalha se torna t\u00e1tica, sendo oferecido pelo jogo a op\u00e7\u00e3o de escolhermos a posi\u00e7\u00e3o e local do corpo do inimigo onde iremos atacar, al\u00e9m da intensidade do golpe. Aparenta ser uma experi\u00eancia divertida na teoria, aguardaremos para p\u00f4-la em pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"For Honor - Trailer da Hist\u00f3ria (DUBLADO)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TynIisCWytE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Kimmy\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>Jogos que relatam experi\u00eancias reais ganharam consider\u00e1vel visibilidade nos \u00faltimos anos, e <strong>Kimmy<\/strong> \u00e9 uma dessas reprodu\u00e7\u00f5es sobre a vida. Partido da mesma mente pro tr\u00e1s de jogos como <strong>Cibele<\/strong> e\u00a0<strong>how do you Do It?<\/strong>, <strong>Kimmy<\/strong> trata-se sobre a inf\u00e2ncia da m\u00e3e de Nina Freeman, principal criadora do t\u00edtulo. Por\u00e9m nele n\u00e3o controlaremos a crian\u00e7a que representa sua m\u00e3e, mas a sua bab\u00e1, chamada Dana. A mulher ajudar\u00e1 a garota a fazer novas amizades com as crian\u00e7as do bairro onde vive, al\u00e9m de auxili\u00e1-la na busca de bugigangas serventes a brincadeiras de rua. No processo, aprenderemos gradativamente mais sobre a inf\u00e2ncia da m\u00e3e da desenvolvedora no ver\u00e3o de 1960. Embora o jogo n\u00e3o seja primariamente sobre Freeman, a produ\u00e7\u00e3o ainda conter\u00e1 experi\u00eancias da desenvolvedora, nos oferecendo mais uma vez um pouco do seu \u00edntimo e pessoal.<\/p>\n<p>Para mais sobre a equipe por tr\u00e1s de\u00a0<b>Kimmy<\/b>, <strong><a href=\"http:\/\/ninasays.so\/kimmy\/\">acesse seu site<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Kimmy Humble Monthly Bundle Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jB3hSY_RUNg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Sonic Mania (PagodaWest Games, Headcannon,\u00a0Christian Whitehead)<\/strong><\/h3>\n<p>Diferentemente de seu rival dos anos 90, Sonic passou a ser mal tratado em seus jogos, embora alguns sejam desprezados apenas por sentimentos pessoais de f\u00e3. Quando a <strong>Sega<\/strong> tentou levar o ouri\u00e7o para o passado em<strong> Sonic Generations<\/strong>, todos quer\u00edamos que os t\u00edtulos posteriores seguissem a proposta, o que n\u00e3o aconteceu pelo menos at\u00e9 o an\u00fancio de <strong>Sonic Mania<\/strong>. A produ\u00e7\u00e3o re\u00fane desenvolvedores que antes trabalharam em seus pr\u00f3prios jogos baseados na s\u00e9rie para dar aos f\u00e3s o que eles clamam desde a passagem da franquia para o <strong>Dreamcast<\/strong>. <strong>Sonic Mania<\/strong> \u00e9 a transporta\u00e7\u00e3o da trilogia cl\u00e1ssica do<strong> Mega Drive<\/strong> para uma nova era, por\u00e9m com aprimoramentos t\u00e9cnicos. O t\u00edtulo conta com todos os aspectos vistos na d\u00e9cada de 1990, mas com repagina\u00e7\u00f5es de est\u00e1gios espec\u00edficos e a inser\u00e7\u00e3o de outros, al\u00e9m da adi\u00e7\u00e3o de personagens jog\u00e1veis extras como <strong>Knuckles<\/strong> e <strong>Tails<\/strong>. Agora, o ouri\u00e7o correr\u00e1 mais r\u00e1pido com os prometidos sessenta quadros por segundo. Os clamores foram atendidos e voc\u00ea agora pode sorrir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Sonic Mania - 25th Anniversary Debut\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KxmtYdEWVzo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Sundered (Thunder Lotus Games)<\/strong><\/h3>\n<p>A <strong>Thunder Lotus Games<\/strong> tornou-se reconhecida ap\u00f3s lan\u00e7ar <strong>Jotun<\/strong>, um carism\u00e1tico jogo de perspectiva isom\u00e9trica com arte desenha \u00e0 m\u00e3o. Agora, enfim ir\u00e1 lan\u00e7ar seu novo projeto: <strong>Sundered<\/strong>. A nova produ\u00e7\u00e3o do est\u00fadio aposta novamente no visual feito \u00e0 m\u00e3o, mas dessa vez apresenta-o mais requintado e trabalhado. Al\u00e9m disso, o \u00e2ngulo da c\u00e2mera aqui foi alterado para vermos o jogo sob um \u00e2ngulo lateral, como t\u00edtulos de plataforma convencionais. <strong>Sundered<\/strong> ir\u00e1 tratar da luta de <strong>Eshe<\/strong>, sua protagonista, pela sobreviv\u00eancia e sanidade, nos oferecendo, para isso, habilidades que t\u00eam poder de corromper-nos. O uso de tais poderes ficar\u00e1 a nosso cargo, resultando m\u00faltiplos finais de acordo com as escolhas do jogador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Sundered Official Announcement Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bgdtkaXN8_0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Gravity Rush 2 (Japan Studio, Project Siren)<\/strong><\/h3>\n<p>A gravidade sempre foi algo intr\u00ednseco aos videogames, afinal, sem ela n\u00e3o poder\u00edamos caminhar ou realizar qualquer outra a\u00e7\u00e3o. <strong>Gravity Rush<\/strong> utilizou a gravidade como mec\u00e2nica pr\u00f3pria \u00e0 sua jogabilidade e conquistou feitos incr\u00edveis atrav\u00e9s do uso. Seu sucessor busca o aprimoramento de elementos que tanto divertiam no primeiro jogo. A cria\u00e7\u00e3o de um maior mundo livre para fazermos o que bem quisermos se mostra um verdadeiro parque de divers\u00f5es, com objetos interativos e estruturas destrut\u00edveis que tamb\u00e9m comp\u00f5em parcela do combate. Op\u00e7\u00f5es de gravidade aparentam nos oferecer uma maior dinamicidade durante os confrontos, dando-nos m\u00faltiplas possibilidades de como derrotar um inimigo. As fortes cores, o tom de anima\u00e7\u00e3o e o aprimoramento de caracter\u00edsticas do passado e a adi\u00e7\u00e3o de outras exibem uma poss\u00edvel experi\u00eancia t\u00e3o divertida quanto ao que seu antecessor nos deu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Gravity Rush 2 - Tokyo Game Show 2016 Trailer | PS4\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nkdgCs16WB0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Crackdown 3 (Reagent Games)<\/strong><\/h3>\n<p>Os dois primeiros jogos da s\u00e9rie <strong>Crackdown<\/strong> sempre foram taxados como gen\u00e9ricos t\u00edtulos de mundo aberto, embora em partes sejam mesmo, mas <strong>Crackdown<\/strong> tenta dar um sentindo a mais a essa alma padr\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o da <strong>Reagent Games<\/strong> se mostra preocupad\u00edssima com o quanto o mapa \u00e9 destrut\u00edvel, utilizando a tecnologia de nome <strong>Microsoft Azure<\/strong>, que permite que a destrui\u00e7\u00e3o dos jogadores no mundo seja feita em tempo real. O meio usado pela <strong>Reagent<\/strong> oferece ao seu t\u00edtulo vinte vezes mais poder do que uma produ\u00e7\u00e3o convencional do <strong>Xbox One<\/strong>. Tamanho poder de devasta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 disponibilizado somente quando estivermos no modo multiplayer online, enquanto o modo campanha possuir\u00e1 uma escala menor de demoli\u00e7\u00e3o de estruturas. Caso a <strong>Reagent<\/strong> obtenha \u00eaxito com a tecnologia, possivelmente veremos mais jogos a utiliz\u00e1-la futuramente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Crackdown 3 Gameplay Trailer - New Crackdown 3 Trailer Gamescom 2015\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ge3PQ2nQM4Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3><strong>Halo Wars 2 (343 Industries, Creative Assembly)<\/strong><\/h3>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre jogos de estrat\u00e9gia em tempo real, ou simplesmente RTS, e consoles nunca foi pr\u00f3xima, nem muito menos amig\u00e1vel. A <strong>Ensenmble Studios<\/strong> tentou alterar a situa\u00e7\u00e3o lan\u00e7ando <strong>Halo Wars<\/strong> em 2010, uma jogada perigosa, uma vez que p\u00fablico para o g\u00eanero nunca se provou nos aparelhos dom\u00e9sticos, mas ao menos provou o suficiente para que a produ\u00e7\u00e3o ganhasse uma sequ\u00eancia. A hist\u00f3ria do jogo \u00e9 situada ap\u00f3s os eventos de <strong>Halo 5<\/strong>, mas n\u00e3o deixando de lado personagens do t\u00edtulo anterior, sendo antagonizada por\u00a0<strong>Atriox<\/strong>, um novo vil\u00e3o introduzido ao universo da s\u00e9rie. O jogo segue filosofias cl\u00e1ssicas do g\u00eanero, como construir bases, pensar e repensar o seu posicionamento, preparar ve\u00edculos, acumular tropas, entre outros verbos. Modos multiplayer online da produ\u00e7\u00e3o, um dos cernes da natureza do RTS, comportar\u00e3o tr\u00eas jogadores de cada lado em partidas, mas, no entanto, haver\u00e1 tamb\u00e9m meios para aqueles que preferem experi\u00eancias cooperativas. Torcemos por seu sucesso, pois, talvez, possamos ver mais do g\u00eanero nos consoles posteriormente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"Halo Wars 2 Official E3 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kjN1eWhzPeA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3 id=\"firstHeading\" class=\"firstHeading\"><strong><i>Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue (Square Enix)<\/i><\/strong><\/h3>\n<p class=\"firstHeading\" lang=\"en\"><strong><i>Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue<\/i><\/strong><i>, al\u00e9m de possuir um t\u00edtulo extenso, compila dois jogos e uma anima\u00e7\u00e3o em um s\u00f3 pacote, afim de preparar alguns f\u00e3s para a chegada de <strong>Kingdom Hearts 3<\/strong>, uma tarefa plaus\u00edvel quando se trata de <strong>Kingdom Hearts<\/strong>. A colet\u00e2nea re\u00fane <strong>Kingdom Hearts\u00a0Dream Drop Distance HD<\/strong>, lan\u00e7ado originalmente para <strong>Nintendo 3DS<\/strong>,<strong>\u00a0Kingdom Hearts 0.2: Birth by Sleep \u2013 A Fragmentary Passage<\/strong>, uma produ\u00e7\u00e3o inteiramente nova que tem lugar ap\u00f3s os eventos de\u00a0<b>Birth by Sleep\u00a0<\/b>sob a perspectiva de <strong>Aqua<\/strong> &#8212; al\u00e9m disso, ele usa a tecnologia presente no terceiro t\u00edtulo da linha principal &#8211;, e o filme animado intitulado de<strong>\u00a0<\/strong><\/i><span id=\"Kingdom_Hearts_.CF.87_Back_Cover\" class=\"mw-headline\"><i><strong>Kingdom Hearts \u03c7 Back Cover<\/strong>, que anteriormente se tratava de um jogo para navegadores. A cole\u00e7\u00e3o \u00e9 uma clara boa pedida para quem deseja entender um pouco mais sobre este complexo universo que une personagens da <strong>Disney<\/strong> e <strong>Final Fantasy<\/strong> em um s\u00f3 plano.\u00a0<\/i><\/span><\/p>\n<p><iframe title=\"KINGDOM HEARTS HD 2.8 Final Chapter Prologue \u2013 TGS 2016 Trailer\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4gKAR0uRZZ0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3><!--nextpage--><\/h3>\n<h3 id=\"firstHeading\" class=\"firstHeading\"><strong><i>Berserk and the Band of the Hawk (Omega Force)<\/i><\/strong><\/h3>\n<p>Dispon\u00edvel no Jap\u00e3o desde outubro de 2016, <strong>Berserk and the Band of the Hawk<\/strong> traz os personagens do cl\u00e1ssico mang\u00e1 e anime para um musou, o que n\u00e3o poderia combinar melhor com o tema da obra. Assim como na produ\u00e7\u00e3o original, o t\u00edtulo nos d\u00e1 um banho de sangue. Seu elenco re\u00fane personagens conhecidos incluindo <strong>Guts<\/strong>, protagonista, <strong>Griffith<\/strong>, <strong>Casca<\/strong>, e <strong>Judeau<\/strong>, al\u00e9m de vers\u00f5es variadas de <strong>Guts<\/strong> e <strong>Griffith<\/strong>. O que devemos fazer quando a tela de jogo abre \u00e9 imensamente intuitivo: aniquilar quem estiver em nossa frente. O combate ser\u00e1 familiar para aqueles que est\u00e3o acostumados com jogos do g\u00eanero, como o recente <strong>Hyrule Warriors<\/strong>, o consagrado <strong>Dynasty Warriors<\/strong>, <strong>Sengoku Basara<\/strong>, entre tantos outros exemplos orientais. A combina\u00e7\u00e3o de musou e <strong>Berserk<\/strong> parece ter rendido bons resultados. No Jap\u00e3o, a popular revista <strong>Famitsu<\/strong> classificou-o em 35 de 40. Seja f\u00e3 ou n\u00e3o, \u00e9 por vezes prazeroso apenas massacrar bot\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"BERSERK AND THE BAND OF THE HAWK - TGS 2016 TRAILER\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GREzfETwRbA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<div id=\"combo-3133870011\" class=\"combo-depois-do-conteudo combo-entity-placement\"><div id=\"target-outbrain\"><\/div>\r\n<!--OUTBRAIN-->\r\n<script type=\"text\/javascript\">\r\n\/*smartfeed*\/\r\ndocument.getElementById(\"target-outbrain\").insertAdjacentHTML('afterEnd','<div class=\"OUTBRAIN\" data-src='+ location.href +' data-widget-id=\"GS_4\"style =\"width:80%;margin:auto;\"><\/div>');\r\n<\/script>\r\n<script type=\"text\/javascript\" async=\"async\" src=\"\/\/widgets.outbrain.com\/outbrain.js\"><\/script>\r\n<!--OUTBRAIN--> <\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[tps_header] Definitivamente 2016 foi um bom ano para videogames. Foi o ano no qual obras h\u00e1 anos em produ\u00e7\u00f5es enfim contemplaram a luz do dia. Foi tamb\u00e9m o ano onde grandes s\u00e9ries tiveram desfechos, embora talvez n\u00e3o completamente definitivos. Apesar de algumas decep\u00e7\u00f5es, 2016 forneceu-nos experi\u00eancias singulares e marcantes que possivelmente lembraremos por anos. 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