Gameplay revela o potencial do novo RPG em primeira pessoa
Fatekeeper chamou atenção nesta semana ao revelar seu primeiro trailer de gameplay. O RPG de ação em primeira pessoa já havia se destacado com o anúncio inicial, mas o novo vídeo trouxe oito minutos de combate, feitiços e sistemas que despertaram curiosidade entre os fãs do gênero.
O jogo conquistou público rapidamente porque combina fantasia agressiva com mecânicas táticas e elementos de progressão profunda. Além disso, a estética sombria e o combate visceral alimentaram comparações com títulos clássicos que marcaram o gênero.
Agora, os produtores detalharam inspirações, mecânicas e planos de lançamento após a revelação do gameplay, esclarecendo dúvidas sobre influências de Hexen, elementos de soulslike e até os rumos da narrativa. Abaixo, veja o novo vídeo:
Fatekeeper explica inspirações e combate tático
Segundo o estúdio Paraglacial, embora Fatekeeper compartilhe algumas semelhanças com Hexen, o projeto segue um caminho independente. A equipe destaca que o foco não é um shooter, mas sim um RPG completo em primeira pessoa, com progressão de personagem, exploração e decisões táticas.
Sobre o combate, os desenvolvedores explicam que certos elementos podem lembrar um soulslike, principalmente em relação ao timing e leitura de inimigos, mas reforçam que o sistema busca ser flexível e responsivo, sem punições excessivas. O objetivo é permitir que o jogador experimente builds variadas e encontre seu próprio estilo.
O estúdio também confirmou que o combate foi projetado para ser impactante e significativo, valorizando o domínio das habilidades, a observação e a experimentação constante.
“Embora cada personagem comece com acesso tanto a magia quanto a combate corpo a corpo, os caminhos que escolher podem te transformar em qualquer coisa, desde um bruto corpulento empunhando um martelo a um alquimista astuto, um piromante furioso, ou algo inteiramente seu.”
Fatekeeper aprofunda narrativa com foco no conflito
A equipe também revelou novos detalhes sobre o enredo. Há eras, uma facção rebelde abandonou seu líder tirânico e se isolou nas profundezas do planeta, formando uma sociedade tecnocrática independente. Milênios depois, túneis naturais reaparecem e reacendem o conflito entre ideologias opostas.
O jogador assume o papel do sucessor de um Druida que mantinha o equilíbrio da região antes de cair em batalha. Como novo guardião, sua missão é supervisionar o arquipélago boreal de Solace, investigar a origem da guerra e restaurar a ordem em um mundo “devastado pela rebelião”.
O gameplay também mostrou uma árvore de habilidades ampla, permitindo criar personagens especializados em combate físico, magia elemental, alquimia ou combinações híbridas. O estúdio reforça que o sistema recompensa criatividade, oferecendo ferramentas para expandir movimentos e montar identidades.
Fatekeeper tem planos para consoles
O projeto, que começou em 2021, usa a versão mais recente da Unreal Engine 5. Contudo, um detalhe que chamou atenção no trailer foi a ausência de plataformas além do PC. A Paraglacial confirmou que consoles fazem parte dos planos. O jogo chegará primeiro em Acesso Antecipado no Steam em 2026, e depois seguirá para console quando a versão final estiver pronta.
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Fontes: IGN










