Na Alemanha, durante um evento fechado da NVIDIA que antecedeu a Gamescom 2025, tivemos a chance de jogar uma demo de Phantom Blade Zero. A versão testada rodava em um PC equipado com RTX 5090, DLSS 4 e Frame Generation. Embora o foco da apresentação fosse o visual, logo ficou claro que o combate é o grande destaque do jogo.
A demo começou em uma vila costeira tomada pela chuva. As poças refletiam luzes, o chão encharcado aumentava o peso da ambientação e o tom cinza predominante reforçava a melancolia. Além disso, NPCs comentavam sobre uma praga misteriosa, aparentemente ligada a um chefe já mostrado em trailers anteriores. Visualmente, o título impressionou não apenas pelas texturas detalhadas, mas também pelos reflexos convincentes e pela direção de arte consistente.
Graças ao DLSS 4 e ao Frame Generation, o jogo manteve uma performance estável durante toda a sessão. Apesar disso, é importante frisar que a experiência aconteceu em um ambiente controlado, rodando no hardware mais avançado da NVIDIA. Ainda assim, o impacto visual foi inegável, principalmente pela fidelidade dos reflexos e pela fluidez das animações. No entanto, resta ver como o desempenho se comportará em outras máquinas e consoles, no caso no PS5 e PS Pro.
Não é soulslike, é hack and slash


Mesmo na dificuldade fácil, a demo apresentou um combate que exigia atenção constante. O sistema mescla golpes rápidos e pesados, defesa, esquiva e dois ataques especiais que podem ser combinados em combos longos. Além disso, as animações são extremamente fluidas e as transições criam a sensação de uma verdadeira coreografia de artes marciais. No final da demo, enfrentamos um inimigo mais forte que obrigou a leitura dos padrões de ataque. Assim, mesmo no fácil, o jogo mostrou que cobra habilidade do jogador.
Ao contrário do que alguns podem imaginar, Phantom Blade Zero não tenta ser um soulslike. Em vez disso, ele se assume como um hack and slash ágil, totalmente focado em cadência, cancelamentos e expressividade. O desafio surge da agressividade dos inimigos e da densidade dos encontros. Portanto, não há punições severas por erros isolados, mas sim batalhas que incentivam a repetição para aperfeiçoar cada detalhe. Dessa forma, o sistema convida o jogador a lapidar sua execução e explorar diferentes possibilidades.
Conclusões


Três pontos se destacaram durante a jogatina: a atmosfera, a clareza do combate como hack and slash de alto ritmo e a plasticidade das animações. Por outro lado, ainda existem dúvidas sobre o equilíbrio da dificuldade fora do modo fácil, além da variedade de inimigos ao longo da campanha. Portanto, esses fatores precisarão de atenção especial para evitar repetição e garantir que a intensidade se mantenha do começo ao fim.
Phantom Blade Zero impressionou no hands-on da Gamescom 2025. Se a campanha final entregar variedade e dificuldade bem ajustada, o título tem tudo para se destacar entre os hack and slash modernos e conquistar um espaço sólido no gênero.
Comente o que você achou das nossas primeiras impressões de Phantom Blade Zero na Gamescom 2025, compartilhe com os amigos e não deixe de acompanhar nossas últimas notícias e análises de séries e jogos.










