Phantom Blade Zero não quer ser apenas um Soulslike
Phantom Blade Zero tem chamado a atenção desde o anúncio, mas o diretor Qiwei Liang fez questão de reforçar em entrevista (via Games Radar) que o jogo não deve ser visto como um simples Soulslike. Apesar das comparações inevitáveis, a proposta é construir uma identidade própria, mesclando sistemas e até inspirações vindas de jogos de luta.
Um exemplo citado por Liang é o chefe Huangxing. No modo normal, ele segue o estilo tradicional, com combinações de golpes fixas que podem ser memorizadas pelos jogadores. Porém, no modo Hellwalker, o inimigo adota uma lógica diferente: inspirado por IAs de jogos de luta, ele analisa a situação e adapta seus ataques, mudando de estratégia conforme acerta ou erra seus golpes.
Esse sistema, chamado de “lucky draw”, transforma os combates em mais dinâmicos e imprevisíveis, aumentando (e muito) a dificuldade. Para o diretor, é dessa forma que o jogo se distancia dos Soulslike e se aproxima de algo novo dentro do gênero de ação.
A identidade de Phantom Blade Zero
Produzido pela S-GAME, o título é um RPG de ação ambientado em um mundo semiaberto chamado Mundo Fantasma. A estética é uma mistura de wuxia, steampunk, cyberpunk e fantasia sombria.
Assim, no comando do protagonista Soul, um assassino de elite traído pela própria organização, o jogador precisa sobreviver após receber uma cura temporária que lhe dá apenas 66 dias de vida. Esse tempo limitado definirá sua jornada em busca de respostas e vingança.
O sistema de combate acabou construído a partir das artes marciais chinesas. E, para garantir autenticidade, a equipe de desenvolvimento viajou por templos, vilarejos e escolas tradicionais, trazendo técnicas reais para dentro do game.
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Fonte: GamesRadar










