Um projeto ambicioso desde o primeiro anúncio
Star War: Fate of the Old Republic surgiu como um dos anúncios mais impactantes do The Game Awards 2025, reacendendo o entusiasmo dos fãs da galáxia muito, muito distante. Afinal, o retorno à Velha República abre espaço para histórias inéditas, longe dos eventos clássicos que moldam a cronologia de Star Wars. A presença do nome de Casey Hudson, criador de KOTOR e diretor da trilogia Mass Effect, elevou ainda mais as expectativas.
Enquanto detalhes oficiais ainda são escassos, o projeto já desperta debates sobre o potencial de um novo RPG single-player desenvolvido em parceria com a Lucasfilm Games. Como a Velha República oferece liberdade criativa sem precedentes, muitos imaginam o quanto esse novo título pode expandir o universo da franquia.
A empolgação, porém, chega acompanhada de uma dose forte de realidade: o lançamento deve demorar bastante. Segundo o jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, Star War: Fate of the Old Republic possui uma janela “otimista” para 2030 – e talvez nem chegue à geração atual. O jornalista sugeriu até que o jogo pode se tornar um título de estreia para o futuro PlayStation 7, dada a longa jornada de desenvolvimento prevista.
Last night's biggest surprise was Star Wars: Fate of the Old Republic, led by Casey Hudson, who directed KOTOR (and Anthem). Exciting news for lots of people… but Lucasfilm says the studio was founded this year, which means that 2030 is an *optimistic* guess. Maybe it'll be a PlayStation 7 game
— Jason Schreier (@jasonschreier.bsky.social) 2025-12-12T16:30:44.271Z
Schreier comentou em seu perfil no BlueSky: “A maior surpresa de ontem à noite foi Star Wars: Fate of the Old Republic, liderado por Casey Hudson, que dirigiu KOTOR (e Anthem). Notícias empolgantes para muita gente… mas a Lucasfilm diz que o estúdio foi fundado este ano, o que significa que 2030 é um palpite otimista. Talvez seja um jogo para PlayStation 7.”
A revelação no palco do TGA exibiu apenas um teaser, mas deixou claro que o jogo será construído a partir de um novo estúdio, fundado pelo próprio Hudson. Esse detalhe reforça o motivo da previsão distante: criar uma equipe, produzir tecnologia própria e estruturar uma nova abordagem narrativa exige tempo considerável.
Uma nova era para a Velha República
Embora não seja uma sequência direta de KOTOR, a proposta do novo RPG envolve liberdade quase ilimitada para explorar essa era. A Velha República sempre foi um terreno fértil para histórias épicas, com grande variedade de personagens, conflitos e dilemas morais. Dessa forma, a promessa de uma narrativa moldada pelas escolhas do jogador empolga cada vez mais.
A expectativa agora gira em torno de novos trailers, detalhes sobre jogabilidade e pistas sobre o rumo da história. Mesmo que o lançamento esteja distante, a sensação é de que a Lucasfilm Games aposta em algo grandioso.
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Fonte: Jason Schreier — BlueSky











