Troy Baker acredita que a IA pode impulsionar a busca por experiências autênticas

- PUBLICIDADE -
Death Stranding 2

Compartilhe

Troy Baker acredita que a IA não cria arte

A discussão sobre inteligência artificial costuma seguir sempre o mesmo caminho. De um lado, o medo da substituição. Do outro, a promessa de eficiência absoluta. Ainda assim, poucas vozes conseguem deslocar esse debate para um terreno mais humano.

- PUBLICIDADE -

Nos videogames e nas artes performáticas, esse tema se tornou ainda mais sensível. Afinal, trata-se de um espaço onde emoção, presença e experiência pessoal sempre fizeram parte do processo criativo.

É exatamente nesse ponto que Troy Baker resolveu se posicionar ao falar sobre IA, oferecendo uma visão que foge tanto do alarmismo quanto da euforia tecnológica.

Em entrevista ao The Game Business, Troy Baker afirmou que a IA pode criar conteúdo, mas não arte. Segundo o ator, a criação artística exige algo que nenhuma tecnologia consegue replicar: a experiência humana.

- PUBLICIDADE -

Para Baker, existe um equívoco recorrente na forma como a tecnologia é encarada. Muitas pessoas apontam para o que a IA consegue produzir, mas ignoram o fundamento essencial da arte. Ela só existe porque existem artistas.

Em vez de demonizar a tecnologia, o ator defende uma postura mais equilibrada. A IA existe, faz parte do processo e não precisa ser combatida como inimiga. Ainda assim, ela não substitui aquilo que sustenta a arte há milênios.

Apesar do tom otimista, Baker reconhece que o receio não surge do campo criativo, mas do corporativo. Quando empresas enxergam a IA como ferramenta para produzir mais rápido e mais barato, o risco se torna real.

- PUBLICIDADE -

Segundo ele, do ponto de vista empresarial, não há dúvida de que a tecnologia consegue gerar grandes volumes de conteúdo com facilidade. No entanto, essa eficiência tende a provocar uma reação contrária no público.

Em vez de consumir produtos genéricos, as pessoas passam a buscar experiências diretas, presenciais e humanas. Shows ao vivo, teatro, livros e performances ganham novo valor justamente por aquilo que a tecnologia não consegue entregar.

A busca pelo autêntico pode se intensificar

Para Troy Baker, o crescimento da IA pode funcionar como um empurrão inesperado em direção à autenticidade. Ele acredita que o público vai se cansar do conteúdo filtrado por telas e algoritmos.

Esse movimento, segundo o ator, já começa a se desenhar. A valorização do contato direto com artistas, da experiência ao vivo e da emoção não mediada tende a crescer à medida que a tecnologia se torna onipresente.

Na visão de Baker, essa transformação não representa um retrocesso. Pelo contrário, trata-se de uma revolução que pode recolocar a arte em um lugar de maior significado.

Conhecido por papéis marcantes em jogos como Death Stranding 2 e Indiana Jones and the Great Circle, Troy Baker não é estranho a debates controversos. No passado, ele chegou a se envolver com iniciativas ligadas a NFTs de voz, o que gerou forte reação negativa.

Mesmo assim, sua fala atual aponta para uma reflexão mais madura sobre tecnologia e criação. Em vez de rejeitar o novo, Baker sugere confiança em algo que precede qualquer inovação: a capacidade humana de criar, interpretar e sentir.

Comente o que você achou dessa visão, compartilhe com os amigos e não deixe de acompanhar nossas últimas notícias e análises de séries e jogos.

Fontes: The Game Business

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LIVES

TODOS OS DIAS

O melhor conteúdo do mundos dos Games para você! São LIVES diárias com os melhores jogos de luta, Últimos Lançamentos, Notícias, Temporadas da “Guerra das Torres (Mortal Kombat)” e da “Guerra das Ruas (Street Fighter)” com os melhores players do momento e muito mais! É só colar e mandar aquele “Salve”